Crítica – A Pele de Vênus (2013)

polanski_divulgacao O amor tem duas faces

Uma atriz, Vanda (Emmanuelle Seigner, mulher de Polanski), chega atrasada e toda molhada  a um teatro para a audição de uma peça e encontra o diretor, Thomas (Mathieu Amalric), prestes a ir embora. Baseado no romance “Venus in Fur”, do austríaco Leopold Sacher-Masoch  escrito em 1870, a quem devemos o termo “masoquismo” após uma das  personagens gozar quando surrada pelo amante de sua esposa.Uma divertida comédia de expressão corporal entre duas pessoas comuns dentro de um teatro rústico e vazio.Em grande performance os caricatos atores misturam a todo momento o cânone mitológico  da deusa Afrodite á  guerra dos sexos moderna, confundindo o sobrenatural com a nossa realidade.É lógico que a mulher sempre vencerá quando o jogo for sedução desde os tempos de Adão e Eva ou Pandora. A pele de Vênus  (La Vénus à la fourrure, França, Polônia, 2013), de Roman Polanski ( Repulsa ao Sexo).Comédia dramática .118 min.14 anos. Nota :4,5Nota - 4,5

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