Crítica  – Love (2015)

395766.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxNas entranhas do sexo

Do mesmo diretor de Irreversível, um dos melhores e mais polêmicos filmes do século XXI que acabou marcando a carreira de Monica Bellucci devido a interminável cena de estupro de 9 minutos. Agora o diretor argentino em ritmo de 3D, investe no puro erotismo,mas com belas imagens, as vezes quase que sobrepostas  no mesmo local, sobre as diferentes fases do desiludido protagonista.

Na trama não linear e um pouco cansativa, Murphy recebe o telefonema da mãe de Electra, sua ex-namorada para informá-lo a respeito do desaparecimento da garota. Ao longo de um dia chuvoso, ele fica sozinho em seu apartamento recordando a relação de quase dois anos que teve com ela : uma paixão repleta de promessas, jogos, excessos e erros. Love (Love, França, 2015), de Gaspard Noé.Drama.134 min.18 anos.Nota:3,5 Nota - 3,5

198066.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx 202129.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx 425101.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx 426194.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx 507363.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

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