Crítica –  O Diário de uma Camareira (2015)

316860.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxO dever acima de tudo

Terceira adaptação para o cinema da obra de  Octave Mirbeau publicada em 1900, retrata os abusos  sexuais e morais entre empregados e patrões, um escândalo para a época.Dessa vez, o foco está no comportamento  profissional da camareira Célestine (Léa Seydoux – perfeita para o papel), já que  adultério não choca mais ninguém hoje em dia. A trama inicia com a chegada da  bela serviçal de postura reta e sisuda á casa dos Lanlaire. Uma assídua profissional que compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo de procurar cumpri-los conscientemente; sabe de todas as vicissitudes da vida, e as aceita sem murmurar alto ou prejudicar os carrascos que a contrataram; até se envolver com Joseph, o misterioso jardineiro. .O diário de uma camareira (Journal de Une Femme de Chambre, França, Bélgica, 2015), de Benoît Jacquot( 3 Corações).Drama.96 minutos.14 anos. Nota :3,5 Nota - 3,5

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