Crítica – Hitman: Agente 47 (2014)

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Homem, animal e máquina

Um assassino de elite  foi geneticamente programado para ser uma máquina mortífera perfeita, resultado de décadas de pesquisa – e 46 clones anteriores. Agora, ele precisa caçar uma mega operação que pretende usar o segredo de sua origem para a formação de um exército imbatível.Sucesso dos vídeo games  está sequencia  ao estilo  trilogia Bourne introduz como novidade uma mulher na trama  capaz de prever os movimentos do inimigo a distancia.Ambos com mais sentimentos do que se poderia suspeitar dando  dor de cabeça aos  militares criadores do projeto .  Com Rupert Friend, Zachary Quinto (Heroes) e Hannah Ware.Hitman – Agente 47.(Hitman: Agent 47, EUA, 2014), de Aleksander Bach.Ação.93 min. Nota :2,5.

Nota - 2,5

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