Crítica: Velozes e Furiosos 6

Posso fazer uma pergunta? – Como sabia que teria um carro para amortecer a nossa queda? – Não sabia. – Há coisas em que temos que levar fé!

Este diálogo acontece após Letty ser arremessada de cima do tanque no meio do tráfego intenso. Sem raciocinar direito, confiando na Providência divina, Torettose rapidamente se joga ao  encontro dela supondo que algum veiculo iria passar  naquele exato momento para amortecer a queda dos dois. Por isso é que ter fé não é acreditar ,mas se entregar totalmente á Deus ao ponto de arriscar a vida.  Nota - 3,5

fast_and_furious-1

Com tantos blockbusters sendo lançados por ano, a maioria dos estúdios buscam histórias que podem ser contadas em três no máximo quatro partes e a maioria dos filmes que tentaram recentemente suceder este limite não obtiveram um bom sucesso, uma franquia que conseguiu bem isso é Velozes e Furiosos que chega a sua sexta parte deixando a sensação de que pode ir ainda bem longe.

Desde a metade do quarto filme até a conclusão do quinto a franquia sofreu uma mudança de estilo, deixando de ser somente sobre carros e corridas clandestinas e acrescentando muito mais ação seguindo o gênero filme de assalto ou bandido contra o vilão, como neste sexto filme e principalmente um humor mais assumido, rindo em alguns momentos até de si mesmo. Outra mudança é que a franquia deixou de ser apenas centrada em Toretto (Vin Diesel, no papel de sua vida) e Brian (Paul Walker…

Ver o post original 701 mais palavras