Cientistas britânicos dizem ter achado na atmosfera vida originada fora da Terra

Pesquisadores da Universidade de Sheffield encontraram microorganismos na estratosfera da Terra a uma distância em que não poderiam ter sido originados em nosso planeta.

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Fotografia divulgada nesta sexta-feira (20) pela Universidade de Sheffield mostra o que um grupo de cientistas britânicos considera uma partícula de vida do espaço. Eles acreditam ter encontrado provas da existência de vida fora da terra (Foto: EFE/Universidad de Sheffield/Ho)

A imagem acima pode parecer um borrão branco, uma gosma esquisita ou uma tentativa de fotografia fracassada. Mas, para um grupo de cientistas da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, ela é a prova de que existe vida fora da Terra.

De acordo com os pesquisadores, esta fotografia, feita por uma sonda (espécie de balão desenvolvido para chegar à estratosfera), é de um microorganismo voador encontrado na atmosfera da Terra durante a passagem da chuva de meteoros Perseid. Além deste, a sonda registrou a existência de uma série de microorganismos similares. As lâminas dos microscópios da sonda, lançada no dia 31 de julho deste ano nas proximidades de Chester, só foram expostas quando atingiu uma altura entre 22 e 27 quilômetros.

Segundo os cientistas, o fato de a coleta ter sido feita a cerca de 27 quilômetros de altura da superfície terrestre comprova que o microorganismo não pode ter tido origem em nosso planeta. De acordo com o diretor do grupo de pesquisa, Milton Wainwright, tal partícula só poderia ter sido proveniente da Terra se tivesse ocorrido uma erupção vulcânica extremamente violenta, capaz de expelir partículas a tal distância. “Nos três anos que trabalhamos em recolher as amostras, nada disso aconteceu”. Para ele, isso comprova que o microorganismo teve origem fora do planeta. O pesquisador garante que não houve qualquer tipo de contaminação.

“Na ausência de um mecanismo pelo qual as partículas de grandes dimensões como esta podem ser transportados para a estratosfera, só podemos concluir que essa entidade biológica foi originada no espaço.” Segundo o pesquisador, os dados coletados pela sonda permitem concluir que a vida está constantemente chegando à Terra a partir do espaço. “A vida não se restringe a este planeta”, ele diz. Para Wainwright é muito difícil que algum mecanismo desconhecido (capazes de expelir microorganismos a uma distância tão grande) seja responsável pelo fenômeno.

A descoberta da equipe liderada por Wainwright foi publicada no Journal of Cosmology que, segundo o site The Huffington Post, já foi acusado por outros cientistas de publicar artigos de consistência e qualidade questionáveis.

Críticos da comunidade científica afirmam que, por si só, o material não comprova a existência de vida extraterrestre e que seria necessário que as “provas” fossem submetidas a análises de outros grupos de pesquisadores.

Em outubro deste ano, Wainwright e seu grupo de pesquisa vão realizar um novo teste, do mesmo tipo, para coletar mais amostras que confirmem sua tese científica.

Muito interessante isso. Há um tempo pesquisadores vinham desconfiando de possíveis formas de vida que flutuam livremente na parte mais alta da atmosfera da Terra.

Há quem suspeite, inclusive, que os “cabelos de anjo”, microscópicos filamentos, super leves que desaparecem ao ser tocados possam ser provenientes desse tipo de criatura. Um dos mais emblemáticos casos de cabelos de anjo ocorreu em Portugal, após a aparição de um disco voador sobre a cidade de Évora. O material foi coletado e examinado sob o microscópio do diretor de uma escola local.

Durante a análise microcópica feita pelo diretor, foi possível observar um tecido de numerosos e finíssimos filamentos que por vezes cruzavam-se em desordem, semelhantes a tubos capilares envolvidos por uma substância de aspecto gelatinoso, transparente, incolor e levemente amarelado. Também nessas amostras foi encontrado para grande espanto do diretor da escola, um ser microscópico nunca antes visto nem catalogado. Dotado de um corpo central arredondado, donde irradiavam com perfeita simetria, dez tentáculos, cada um dos quais se trifurcava na extremidade, formando uma espécie de três dedos.

O mais bizarro é que o ser reagiu quando a lamínula do microscópio foi posta sobre ele. O bicho inclusive teria levantado a lamínula sobre a lâmina do microscópio, para espanto do professor.

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A foto da misteriosa criatura no meio dos filamentos

Em 30 de julho de 1963, quando grandes pedaços de coisas cinzentas com forma de cogumelo flutuaram até o chão, vindas do céu, que estava sem nuvens. O fato bizarro interrompeu o tráfego aéreo no aeroporto do México. Centenas de testemunhas disseram que os objetos se assemelhavam a algodão doce, teias gigantes e até “espuma”. Após atingirem o solo os estranhos objetos se desintegravam rapidamente.

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Alguns ufólogos especulam que o caso que ocorreu no México (o país com maior incidência ufológica no planeta) seja o melhor caso já registrado de “cabelos de anjo”. Os tais “cabelos de anjo” são uma substância filamentosa muito parecida com o algodão doce que se desprenderia das naves. Esses filamentos derretem com mudanças na temperatura.

Especulou-se que os “cabelos de anjo” seriam na verdade teias de aranha, mas nunca foi possível comprovar esta hipótese, na medida em que teias de aranha não desaparecem com o toque como ocorre com a misteriosa substância. Ela foi registrada em praticamente todos os países do mundo, mas permanece misteriosa sua origem e função. Há correntes dentro da ufologia que especulam que os cabelos de anjo serviriam para ocultar as naves em dias claros. Para se ocultar elas gerariam esta cobertura de material sintético muito leve, que simulariam uma nuvem. Ao decolar em grande velocidade, a nave se desgrudaria do disfarce, que desceria lentamente até cair no solo.