Para Onde Foi Chorão após o suicídio

Para onde foi chorão

 

Semana passada milhares de brasileiros ficaram órfãos de um dos maiores  compositores deste século. Segundo informações iniciais o vocalista da banda Charlie Brown jr “Chorão” sofria de profunda depressão  após ter se separado da mulher há seis meses por se recusar a largar o vício das drogas, levando-o  conscientemente mas sobre violenta emoção a ingerir um coquetel de drogas  misturado  ao álcool o que provocou um enfarte fulminante.

Apesar de o cristianismo ser veemente contra a prática do suicídio, a vida após a morte ainda é um mistério para a maioria dos fiéis, contudo o dogma da vida eterna em um paraíso ocioso com dezenas de anjos tocando harpas, acaba incentivando a prática desse terrível ato.

Com a advento da doutrina espírita foi possível perceber que a vida continua no exato ponto que parou com os mesmos deveres e obrigações inerentes a cada um de nós. Segundo o  livro um Roqueiro no Além , o próprio Raul Seixas  nos conta  como ficou preso em seu caixão por sete anos: “Pelo movimento, percebi que ali deveria ser o local do velório. Tiraram o caixão do carro e, quando menos eu esperava, abriram a tampa. Senti um grande alívio! Tentei levantar-me , mas não consegui. Muita gente debruçou sobre mim para chorar. O que eu poderia fazer ? Já havia tentado de tudo para sair dali. A única explicação que eu encontrava para aquele fato , é que eu estava realmente morto e o meu espírito preso a meu corpo  e já começava a cheirar mal. Diante da minha impotência, tive que aceitar aquela situação”. Em outras palavras, o suicida que pensa em abreviar sua morte  para chegar mais rápido ao Céu estará percorrendo o dobro do caminho. E tem mais, a Lei de Deus, é igual para todos, do átomo ao arcanjo, logo aqueles que a transgridem serão punidos proporcionalmente à sua consciência no momento do ato fatídico.Ademais, após o desencarne  os desventurados ainda ficarão muitos anos no “Vale dos Suicidas” até poderem ser resgatados por algum amigo espiritual misericordioso.  O Espírito de Joanna de Ângelis no livro “Após a Tempestade” nos fala ainda de outras consequências: “aqueles que esfacelam o crânio, reencarnam com a idiotia, surdez-mudez, conforme a parte do cérebro afetada, os que tentaram o enforcamento, reaparecem, com os processos da paraplegia infantil; os afogados com enfisema pulmonar, tiros no coração, cardiopatias congênitas irreversíveis, os que se utilizam de tóxicos e venenos, sofrem sob o tormento das deformações congênitas, úlceras gástricas e cânceres. Portanto o melhor remédio, diz  Allan Kardec no livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” capítulo 5º, é “a calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo da loucura e do suicídio”.

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