Crítica – A Turba (1928)

28/08/2014

Postado originalmente em Assim Era Hollywood:

A TURBA

crowd_1Título Original: The Crowd
País: Estados Unidos
Ano: 1928
Duração: 98 min.
Direção: King Vidor
Elenco: Eleanor Boardman, James Murray, Bert Roach, Estelle Clark, Daniel G. Tomlinson, Dell Henerson, Lucy Beaumont, Freddie Burke Frederick, Alice Mildred Puter.
Sinopse:
Nascido no quatro de julho americano, o futuro parecia ser promissor para John “Johnny” Simms, mas anos mais tarde, trabalhando em um escritório em Nova York ele é apenas mais um rosto na multidão. Ainda assim, ele é feliz e conhece a jovem Mary, com quem acaba se casando, mas quando John decide se separar, descobre que a esposa está grávida. Após cinco anos, já com um casal de filhos e a vida estagnada no que para ele parece um beco sem saída, uma tragédia faz com que John reflita se deve se resignar ou perder o pouco que tem.

Famoso melodrama em produção esmerada de Irving Thalberg para a…

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Crítica -Outubro, de Sergei Eisenstein 1927

28/08/2014

Postado originalmente em Cinema e Revolução:

20 de Novembro, às 14h, no auditório da Pós-Graduação em Geografia da UECE

Nessa sessão o cinema e Revolução exibe “Outubro” (Oktyabr, 1928), de Sergei M. Eisenstein. O filme propõe um retrato histórico-dramático da Revolução Russa de 1917; numa linguagem que aproxima drama e documentário são reencenados os eventos históricos compreendidos Proposta 11.1entre a queda da dinastia Romanov e a ascensão bolchevique ao comando da Revolução. O filme foi feito para a comemoração do 10º aniversário da Revolução Russa.

Sobre o Filme:

Em tom de documentário, acontecimentos em Petrogrado são encenados desde o fim da monarquia, em Fevereiro de 1917, até o fim do governo provisório em Novembro do mesmo ano. Lenine volta à Rússia em Abril. Em Julho, os contra-revolucionários mandam prendê-lo. Em Outubro, os Bolcheviques estão prontos para atacar: os dez dias que abalaram o mundo (como no livro de John Reed)

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Crítica – The Big Parade, 1925

28/08/2014

Postado originalmente em Ieda Marcondes:

Além do relacionamento complicado com Greta Garbo, John Gilbert é conhecido também pelos filmes dramáticos que fez com a atriz, como os belíssimos Flesh and the Devil (1926) e Queen Christina (1933). Mas foi em 1925, com The Big Parade, que Gilbert alcançou a fama, interpretando um papel que não era totalmente desprovido de humor ou de seriedade. Dirigido por King Vidor (indicado ao Oscar de Melhor Diretor cinco vezes e vencedor de um prêmio honorário em 1979), o filme se tornou uma das maiores bilheterias da história do cinema mudo ao apresentar uma mistura inesperada de comédia, romance, suspense e drama.

Ambientado logo no começo da Primeira Guerra Mundial, Gilbert interpreta Jim, um jovem desocupado que se empolga com a onda de patriotismo (em um desfile pela cidade, os recrutas marcham ao som de “Over There”, marchinha composta por George M. Cohan, personagem real interpretado por James Cagney…

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Crítica -A Última Gargalhada (The Last Laugh, 1924)

28/08/2014

Postado originalmente em Cultura intratecal:

a-ultima-gargalhadaA Última Gargalhada é uma prova da genialidade de F.W. Murnau. Trabalhando junto com o diretor de fotografia Karl Freund, Murnau nos entrega sequências da grande beleza, principalmente quando investe em movimentos de câmera que fugiam do padrão da época e em ângulos criativos. Não é só pelos aspectos técnicos que A Última Gargalhada se destaca, já que temos aqui uma história comovente e que não precisa de letreiros explicativos para ser contada. Tenho visto muitos exemplares do cinema mudo recentemente e não me lembro de outro filme que tenha abolido os letreiros dessa forma.
Emil Jannings (vencedor do Oscar em 1929) interpreta um orgulhoso porteiro de hotel que é remanejado para trabalhar nos banheiros. A depressão toma conta do ex-porteiro, que tenta manter as aparências perante os seus conhecidos. Sem sucesso.
Provavelmente devido a pressão do estúdio, Murnau opta por um improvável final feliz, mas ele se…

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Crítica – Ouro e Maldição (1924)

28/08/2014

Postado originalmente em Assim Era Hollywood:

OURO E MALDIÇÃO
greed_1Título Original: Greed
País: Estados Unidos
Ano: 1924
Duração: 140 min.(239 min. na versão restaurada)
Direção: Erich von Stroheim
Elenco: Gibson Gowland, Zazu Pitts, Jean Hersholt, Chester Conklin, Sylvia Ashton, Dale Fuller, Joan Standing, Austin Jewel, Tempe Pigott, Chester Conklin.
Sinopse:
O filme mostra a transformação do caráter de três pessoas. John McTeague, um mineiro que se torna dentista, conquista a namorada do seu melhor amigo Marcus. Quando a moça ganha 5.000 dólares na loteria, por vingança, Marcus acusa McTeague de se casar por dinheiro e informa as autoridades que este não tem licença para exercer a profissão de dentista. Privado do seu magro rendimento e com a mulher obcecada por dinheiro, McTeague vê o seu casamento e a sua vida serem destruidos.

Com roteiro de Joseph Farnham, June Mathis e Erich von Stroheim, a partir do romance “McTeague” do escritor naturalista Frank Norris, foi o primeiro…

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Crítica – “A Greve” de Sergei Mickhailovitch Eisenstein 1924

28/08/2014

Postado originalmente em Ideário Contemporâneo...:

No filme “A Greve” (1925) do diretor Sergei Mickhailovitch Eisenstein, podemos evidenciar uma temática social quando, logo após a morte de um trabalhador, acusado injustamente de roubo, uma greve é organizada pela classe de trabalhadores de Moscou. Tendo sido filmado entre julho e outubro de 1924, e montado em dezembro do mesmo ano, as primeiras apresentações do filme aconteceram em março de 1925.

Sergei Mickhailovitch Eisenstein.

O filme analisa de modo peculiar um processo revolucionário e não apenas uma mera descrição de seus lances. Nessa obra, de acordo com Maria Fernanda, jornalista e historiadora, Eisenstein trabalha com a montagem, o paralelismo  e a introdução de imagens simbólicas.

“As montagens sugerem o conceito de metáfora”, afirma. Em um jogo de paralelismo, os animais se tornam peças importantes do filme: as primeiras cenas mostram animais saudáveis e no final, um boi aparece no matadouro como forma de comparar com a morte dos grevistas pelo governo, que também não deixa de representar a classe de trabalhadores.

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Crítica – LA ROUE (Abel Gance, 1923)

28/08/2014

Postado originalmente em Dennis Grunes:

[C]reation is a great wheel that cannot move without crushing someone. — Victor Hugo

Abel Gance’s The Wheel derives from dubious melodramatic material. Its camera opens on train tracks zipping past and proceeds to train wheels in crushing closeup. The train derails, and in the wreck that follows the single mother of baby Norma is killed. A single parent, railwayman Sisif (Séverin-Mars, superb) takes the child home, raising her as his own along with his young son, Elie. Elie and Norma believe they are biological brother and sister. As they grow up, they fall in love; Sisif also falls in love with Norma. A fight between Norma’s rich suitor and Elie results in the latter’s death, for which Sisif blames Norma. This ironical resolution of potential conflict between father and son is part of a string of losses that Sisif has suffered or will suffer: his wife, who died in…

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